O autor traz nesse texto uma inestimável contribuição acerca de assuntos muito atuais e correntes dentro da pedagogia, porém seu enfoque privilegia a questão da comunicação efetivamente e das formas contemporâneas de sistematização de ensino quanto à comunicação. Também traz apreciações sobre “interação” e “interatividade”: enquanto que o segundo traz elementos sobre multiplicidade e complexidade, o primeiro traz consigo uma certa linearidade, de uma forma mais genérica e talvez mais abrangente.
O texto também traz muitos elementos sobre a atuação do professor e o seu papel dentro de uma realidade de interatividade e as estratégias que ele necessita adotar para ser um facilitador da comunicação e do processo de ensino-aprendizagem segundo os preceitos compatíveis com esse processo.
Acredito que a maior contribuição desse texto esteja mesmo relacionada à atuação do professor, pois trata os temas da interatividade em sala de aula incluindo-o como protagonista dos processos de comunicação, só que no enfoque segundo essa perspectiva, e trata de ‘tranqüilizar’ quanto a possíveis dúvidas em relação a sua importância e necessidade dentro do processo; penso que muito desse enfoque contemple uma visão corporativista (até mesmo com um pouco de exagero, penso eu) como forma de conquistar penetração das idéias no meio educacional e acadêmico, combatendo mesmo que por vias indiretas a resistência que pode surgir dentro da classe doscente, e que poderia prejudicar suas idéias sobre o todo.
Pensando no que o autor nos sugere, ainda que a autoria do professor seja vista como ‘garantida’ dentro do processo, como esses profissionais podem se atualizar de modo a garantir sistematicamente a educação nesse ambiente interativo?
quinta-feira, 14 de junho de 2007
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